24. Setembro 2008

Casamentos…

Apesar dos dizeres do padre na igreja "até que a morte os separe…" é muito comum na sociedade brasileira que algumas tentativas e erros façam parte da vida a dois até que a "cara metade" ideal seja encontrada. De maneira a tornar mais fácil a identificação de casamentos na árvore genealógica, MeusParentes mostra as linhas de ligação entre os perfis em cores variadas. A linha que representa um primeiro casamento é preta, um segundo caseamento é verde e por aí adiante.

Para determinar o número de casamentos e também as cores das linhas entre os perfis, duas perspectivas devem ser levadas em consideração. A perspectiva do parceiro que se casa pela primeira vez e a perspectiva do parceiro que se encontra no seu segundo casamento. Para estes casos, mostramos a coloração da linha relativa à situação de cada parceiro. A primeira metade da linha pertencente à pessoa que se casa pela primeira vez será preta e a outra metade da linha, referente à pessoa que se casa pela segunda vez, será verde. 

  (Clique na imagem para aumentar o tamanho)

No total, existem dez cores diferentes para representar casamentos. Se alguém realizar a proeza de se separar 10 vezes, então a ligação será novamente mostrada em preto. :-)

 

Posto em Novidades

  • Maria Fernanda Alves Guimarães no dia 26. Setembro 2008 à 07:06 hora

    Meus amigos
    Sou uma admiradora deste Meus Parentes. Há duas observações que precisam ser feitas.
    1) Filhos adotivos
    A Genealogia estuda a história das famílias e não a genética. Logo, o filhos adotivo deve ser incluído como filho dos pais que o adotaram. No entanto, basta haver uma pequena observação, um campo para se escrever ADOTADO, quando isso for um fato público. Não é necessário, portanto, esclarecer quem são os pais biológicos, pois isso seria genética e não genealogia. Este é o consenso entre genealogistas do Colégio Brasileiro de Genealogia (há diversos esclarecimentos nas listas de discussão do tema).

    2) Filhos naturais
    Na história das famílias, é muito comum alguém ter um filho fora do casamento. Não se trata aqui de ‘união estável’ que, para efeito Genealogia, tem o mesmo valor que um casamento (para efeito legal tem quase o mesmo peso, também).
    O assunto em tela são filhos nascidos fora do casamento (ou da união estável), ou seja, filhos nascidos de relacionamentos esporádicos. Evidentemente que a pessoa nascida de um parente nestas condições integra a nossa árvore. É nosso parente, tanto quanto os demais. Portanto, é preciso colocar o nome dos pai, da mãe e do filho. Os demais meio-irmãos desta “criança” não são da nossa árvore, nem o genitor fora da família. Mas é forçoso registrar seu nome. O que pode ser feito com a adição de um sinal (um “slash”, por exemplo, tal como a tarja de falecido). Esse genitor não é nosso parente, nem por laços de sangue nem de afinidade (o que só ocorre por casamento ou união estável). Mas ele é sim parente daquela “criança” natural nascida de um relacionamento casual. E por isso precisa ser apontada. Isso é tal é qual as chamadas “linhas de batina”, em Genealogia, ou seja sacerdotes católicos que tinham filhos com mulheres com as quais se amancebavam. (Expressão antiga e feia, mas ainda usada em Genealogia).
    São essas as minhas sugestões por ora.
    Meus melhores cumprimentos,
    Maria Fernanda Alves Guimarães

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