
“Nos primeiros minutos do dia 25, uma canção Grandola – Vila Morena transmitida no programa Limite da Rádio Renancença é a senha para a confirmação de que o golpe era irreversível. Até as 16h todos os pontos estratégicos são ocupados. Emissoras de rádio, tv, aeroportos, quartéis, bancos e palácios. Enquanto as forças leais ao regime se rendem, o povo começa a sair as ruas em comemoração. Marcelo Caetano é cercado no Quartel do Carmo e horas depois se rende pacificamente,
O ano era 1974, o país era Portugal e seu povo escrevia a história de forma pacífica, com cravos colocados nos canos das armas dos soldados por uma florista que entregava cravos aos clientes na inauguração de um hotel, este ato simbólico foi seguido por outros soldados, dai o nome “Revolução dos Cravos”.
O vermelho do sangue dos portugueses foi substituido pelo perfume e pelo vermelho de uma flor.
A liberdade volta ao país, o povo sai as ruas e o vermelho e o verde da bandeira portuguesa trêmula na euforia e no sorriso dos portugueses.
A ditadura havia cedido a vontade do povo. Muitos dos que estão lendo este blog são personagens daqueles tempos, ainda guardam as lembranças daqueles dias. Nossa homenagem ao bravo povo português.
O que desejar a um povo que comemora hoje o maior dos tesouros… A LIBERDADE ?
Parabéns Portugal.














