
A decisão sobre quem pode ou não ter um brasão, na Inglaterra e no País de Gales, é tomada pelo “College of Arms” (uma secretaria para tratar de questões ligadas à Heráldica). Diferentemente de outros países, em que quase não há restrições para a criação de um brasão familiar, no Reino Unido, heráldicos reais (ou seja especialistas em Heráldica) realizam um exame rigoroso para decidir quem tem direito a um.
Um dos requisitos obrigatórios, por exemplo, é a conclusão de um curso superior. Outros critérios, por sua vez, levam à uma resposta negativa imediata, como, por exemplo, uma condenação à prisão. Também é analisado o merecimento do candidato revelado, por exemplo, atavés de engajamento social. 
Têm vantagens os candidatos cujos membros da árvore genealógica já tenham sido agraciados com um brasão e, igualmente, aqueles nomeados Cavaleiros pela rainha.
Não é de estranhar, portanto, que o Ex-Beatle Sir Paul McCartney já tenha o seu próprio brasão. Elementos interessantes do mesmo, como podemos ver na figura ao lado, são o instrumento musical que o popularizou, o pássaro símbolo da cidade de Liverpool (onde nasceu) e os dizerem em latim Ecce Cor Meum (Contemple meu coração), título de um seus álbuns.














