Artigos de ‘Com a palavra: você’

natal

Adoramos o textinho que a Jacqueline publicou no seu blog, falando de meusparentes. Achamos que realmente esta é uma ideia perfeita para aqueles feriados de final de ano nos trazerem muitas alegrias nos anos vindouros. Estamos publicando aqui para você também aproveitar a boa ideia!

Natal e fim de ano com MeusParentes,
por Jacqueline Lafloufa

Todo fim de ano é sempre a mesma história: peru de natal, rabanada, muito panetone, chocotone, sorvetone e todas as variações de panetone do mercado numa grande mesa igual àquela do comercial reunindo a família.

Certo? Errado!

Tem de tudo na tal mesa, desde fruta da época, aquele pavê da sua tia que veio balançando no carro e tá com uma cara suspeita, a grande experiência que a sua mãe fez depois de ver na Ana Maria Braga aqueeeela receita pro natal… Enfim, a sua mesa não é aquela do comercial. E nem seus priminhos. E nem os seus primos crescidos. Nem seus tios, depois do primeiro copo.

Eu e minhas irmãs temos a teoria de que o natal funciona bem até a 1h do dia 25. Depois disso, desbanca. Até a 1h, estão todos chegando, se vendo, conversando, falando da vida, do mundo, das coisas, e preocupados com as comidas. À meia noite, todos se reúnem e comem (okay, existem variações de horários de família pra família, mas a minha é sempre à meia noite!) e até a 1h está tudo certo. Mas e aí? E depois?

E depois você vai arranjar o entretenimento perfeito pro final de ano: juntar a galera da família pra te ajudar a lembrar nomes, datas e casamentos. Pra que? Pra montar a sua árvore genealógica.

Eu cheguei a falar sobre o Geni aqui, um serviço de montagem de árvore genealógica bem completo, que permite inclusive imprimir tudo depois (e enquadrar bonitinho e dar de presente pra vovó, que costuma adorar essas coisas de família), mas ele é todo em inglês. E estamos no Brasil. E acreditem, muita gente ainda não conhece nadica de nada de inglês. Tem um tempinho já que a Sílvia, do Meus Parentes, me convidou pra conhecer o sistema deles, que já foi traduzido para vários idiomas, inclusive o português. A idéia é a mesma do Geni e de qualquer sistema de construção de árvores genealógicas, que é apresentado em forma de uma espécie de fluxograma em que você vai adicionando o pessoal da sua família. Fácil assim.

Um clique aqui, outro ali, e você tá incluindo a família inteira na árvore. Como era mesmo o nome do Zeca? Como se chamava a mãe daquele seu primo de 2º grau que foi morar na França? É hora de botar a memória para funcionar. Se estiverem no pique, tentem incluir os aniversários. É a parte mais difícil, mas também a mais útil, pois esse sistema avisa por email quando um aniversário está próximo. Dá pra fazer quase de tudo, colocar fotos, adicionar informações biográficas, profissão, muita coisa! E se você tiver problemas em qualquer parte do processo, não deixe de consultar a ajuda do “Meus Parentes”, que é muito detalhada e objetiva.

E não vá achar que você tem uma família muito complicada pra montar uma árvore genealógica, porque o Meus Parentes lida muito bem com a história de padrastos, meios-irmãos e toda essa sorte de coisas das famílias de hoje.

Já viu que nesse natal vai ter bastante coisa pra lembrar! Quer dica melhor pra entreter numa reunião de família?
Um bom natal e uma ótima construção de árvore genealógica pra você!

E depois de um breve descanso na caça ao tesouro de MeusParentes, como é Natal daqui a …poucas horas…vamos fazer um mega prêmio.

É a nossa Mega de Final de Ano.

NATAL2009 - ARQUIVO PDF

3 arquivos em PDF para 3 leitores de nosso blog que… (no final do post)

NATAL2009 - CONTA PREMIO

2 Contas Prêmio de 1 mês para 2 leiores de nosso bloq que… (no final do post)

PEGADINHA 3Uma camiseta exclusiva para o nosso leitor que …

Valendo os arquivos PDF : Qual é o nome do papai noel em Portugal?

Valendo as Contas Prêmios : Qual é a decoração da cidade de Lisboa para o Natal de 2009? (considerada a melhor da Europa).

Valendo uma camiseta exclusiva: Nossa amiga Silvia da Silva, gerente de RH está trabalhando no Natal, e está em Hamburg na Alemanha desejando conhecer o “sol” do Brasil, qual a temperatura de Hamburg (sede de MeusParentes) hoje?

Responda a só uma das respostas, nós vamos escolher os 6 sortudos.

Boa sorte. Corra pois está acabando.

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NASCIMENTO, CRESCIMENTO, DESENVOLVIMENTO E MOTIVAÇÃO PARA PESQUISA GENEALÓGICA.

A motivação para a genealogia é algo muito pessoal. Vejam como foi comigo.

Sou WELFARE JOELE PINTO, descendente de imigrantes Italiano-Albaneses – origem Cavalerizzo e Rovere Veronese, por parte de Mãe (Joele, Bicego, Melicchio, La Pietra, Soriano, Caparelli, Zambelli,Vinco di Benigno) http://www.comuni-italiani.it/023/067/, http://www.youtube.com/watch?v=T67SdvnwX58) e, por parte de pai Alemães e Portugueses (Stockler, Pinto)

Tive uma infância muito feliz e, depois de 53 anos fora da minha cidade natal (saí de lá quando tinha +-10 anos), voltei para Passos, Minas Gerais-BR, para ficar ao lado de minha mãe que estava doente. Comigo voltaram também minha esposa, duas filhas, dois netos, a sogra, o Pingo e Duda (os poodles). Estou feliz porque estamos todos juntos.

Família de Welfare Joele Pinto

Família de Welfare Joele Pinto

Mudar é sempre um recomeço: de comportamentos, de atitudes, de visão e até de vida. Altera nosso emocional, vem as ansiedades pelo novo e, como estava ‘voltando para casa’ revigoram as lembranças dos parentes, da casa em que nasci, da casa dos avós, da praça e  “causos”, da Itália, contados pelos avós Genaro e Marina.

Na infância não costumamos perguntar de onde vieram nossos avós, quem eram e de onde vieram os bisavós e nossos sobrenomes. Estes questionamentos vieram mais tarde e fizeram crescer a minha motivação pela genealogia, que para ter êxito, tem que ter instrumentos/aplicativos que ajudem a estruturar, organizar, tabular, catalogar e registrar informações e dados colhidos. Tive sorte ao identificar o site meusparentes.com.br que é uma boa ferramenta para o que eu já estava planejando. Não adianta somente vontade, pois planejamento e organização são os pontos fortes do trabalho em genealogia.

Esta fase de coleta e registro é muito enriquecedora mas nos mostra também a fragilidade da guarda das informações sobre nossos antepassados. Exemplo: Meu avô por parte de pai morreu em 1951 e as pessoas da cidade conheciam e se lembram do “Seu Chiquinho: professor, gente boa, correto, prestativo, amigo”. Mas comecei a perguntar sobre ele, os pais dele, de onde eram e … ninguém sabia!

Alertado por este fato pensei que o mesmo poderia estar acontecendo com outros parentes! Então, Iniciei minha arvore, fiz um login no site, criei perfil de meu nome, familiares mais conhecidos, fui colocando novos parentes e em seguida:

  • Perguntando e conversando com parentes conhecidos;
  • Identificando novos parentes;
  • Pesquisando nos cartórios para gerar provas;
  • Pesquisando em base de dados e arquivos de cemitérios;
  • Pesquisando na internet – Google, site dos mórmons, aba genealogia (+ de 50 locais de pesquisa) do meus parentes;
  • Descobrindo fotos e documentos de parentes e conhecidos;
  • Levando o celular com câmera para registrar parentes, fotos ou documentos – festas e encontros são ótimos para isto;
  • Muita conversa com pessoas que conheciam meus antepassados;
  • Identificando pessoas e parentes que poderiam ser parceiros nestas buscas como a Ana Bicego e o Ug, a Débora, Lilian, Selma, Nadia, Caetano, Maria Assunção Soares Maia, Leda etc.;
  • Redescobrindo parentes: primos como Alexandre Campbell Pamplona Stockler, Roberto Wilson Renault, Vico, Marcos Lemos, Lilian a prima linda (importante criar links).
  • E tudo isso usando muito telefone, muitos e-mails e muitas conversas.

Quando iniciei este trabalho minhas filhas falaram que era um negócio brega. Na época, eu pensava que 200 pessoas registradas me fariam ficar satisfeito e isto pode nos mostrar que não temos idéia do tamanho do processo macro que é a nossa genealogia.

Hoje tenho mais de 1660 perfis, 52 membros ativos na nossa árvore e agora quero aumentar o fluxo de entradas e pesquisas familiares, pois com isto chegarão novas informações, novas pessoas e novos relacionamentos. Impressiona como aumentaram os amigos verdadeiros!

Entro todo dia na árvore e audito cada registro, para manter o padrão (temos padrão), estou sempre no blog e fórum (onde falta participação) discutindo, criticando, procurando orientar e dar apoio a quem precisa. Problema no site? Envio imediatamente e-mail para correção!

Para boa Gestão, criei pastas no hotmail voltadas para meus “gerentes de ramos” (os 52 membros ativos): envio e-mails regularmente a cada semana apontando dicas, informando novidades do site, perguntando, solicitando participação e acertos nos perfis. Não tenho receio de ser chato, pois estou fazendo um bom trabalho comunitário.

As filhas, também, são gerentes de ramos e ainda têm opinião contraditoria. Elas são jovens e seu tempo é diferente. A idade vai lhes mostrar as grandes verdades.

A data de 1840 é o registro mais antigo de meus antepassados, meus bisavós e tataravós estão no perfil, com fotos, documentos, e se não fosse este meu esforço pessoal muitas memórias teriam se perdido. Atualmente estou muito satisfeito e me sinto um vencedor. Pensem comigo:  MINHA HISTÓRIA PASSADA PODERIA ESTAR INCOMPLETA, FRAGMENTADA OU PODERIA TER SE PERDIDO, COMO O QUE QUASE ACONTECEU COM O MEU AVÔ.

SERÁ QUE VOCÊ NÃO TEM UM AVÔ OU PARENTE COM A HiSTÓRIA DO SEU CHIQUINHO? E AQUELAS FOTOS E DOCUMENTOS (fontes)? NÃO ESTÃO SENDO ESQUECIDOS NAS GAVETAS?

E Agora…

NATAL PREMIADO01As delicadas cartinhas de Natal idealizadas por dois de nossos leitores, o Welfare que é autor do blog de hoje e o José Luiz de Souza. Parabéns aos vencedores que vão receber um email com as instruções de como procederem para retirar o prêmio que foi a árvore em arquivo PDF.

Se você nem tentou já percebeu que quem não arrisca, não petisca.

NATAL2009 - ARQUIVO PDF

E por falar em petisco, valendo dois arquivos em PDF para dois de nossos leitores, vai ai uma charadinha bem fácil : Se na praia o petisco é o camarão, com a cerveja gelada é o bolinho de bacalhau, com o chopinho é a mandioquinha frita, com a coca-cola é a batatinha, com o vinho de Natal qual é o mais usado petisco?

(A) Frutas secas

(B) Iscas de peru com cerejas

(C) Uvas verdes e tintas

(D) Queijo

Fácil! Fácil! Fácil…

Bom final de semana.


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21/09/2009

Além do Atlântico

além do atlantico 01

Vancouver, 2:15, minha irmã com certeza está dormindo. Ainda não vai ter respondido…
Maringá, 6:15 em breve minha mãe estará acordando! Espero que ela leia logo a novidade!
Tóquio: 18:15, meu irmão ainda está trabalhando…
Hamburg: 11:15, eu na frente do computador: que fome!

Assim Valéria descreve o seu dia-a-dia: um eterno cálculo de que horas são aqui, que horas são ali, será que sua mãe já respondeu ao comentário, será que a tão esperada filha do seu irmão já nasceu e ele já colocou fotos na página da família, será que a irmã conseguiu o tão sonhado emprego, será, será, será.

Uma família que tinha tudo para se separar e viver cada um a  sua vida, conseguiu superar as barreiras de distância e fuso-horário e mantém-se mais unida do que nunca.

Tudo começou com Valéria, a filha mais velha, que resolveu fazer mestrado na Alemanha e não mais voltou a Maringá, a cidade natal de toda a família Porto. Dois anos depois era vez do caçula da família, o Fernando, ir para o Japão trabalhar na Sony, como engenheiro. Finalmente, Alessandra, a filha do meio, resolveu atender aos apelos do marido e emigrou para o Canadá, depois de receber uma bolsa de estudos para iniciar seu doutorado naquele país.

No Brasil ficaram os pais, Amanda e Felizardo Porto, que, para acompanhar as andanças dos filhos, tiveram que fazer alguns cursos sobre internet e computação. Valéria conta: “logo que me mudei, telefonemas do Brasil para a Alemanha ou da Alemanha para o Brasil custavam uma pequena fortuna, o jeito foi apelar para os e-mails, já que mandar carta é uma coisa muito demorada”. Naquela época, comenta a bióloga, “telefonema era só no natal e nos aniversários”. A mãe, de 65 anos, completa: “Foi difícil aprender. Vivia fazendo besteira, o computador travava e eu chamava os vizinhos para ajudar… Um deles, o Roger, se ofereceu para me dar aulas e a partir daí tudo ficou mais fácil.”.

Muitas famílias brasileiras vivenciam a globalização de forma semelhante. Inúmeros descendentes de japoneses voltaram ao país de seus pais e avós para trabalhar naquele país, descendentes de italianos, portugueses, alemães e espanhóis correm em busca da dupla cidadania para poderem entrar no mercado de trabalho europeu e milhares de brasileiros estão nos Estados Unidos tentando realizar o sonho americano. E a família tenta encontrar novas formas de socialização.

A família Porto começou por utilizar e-mails, depois vieram os sites de relacionamento como o orkut e sites onde poderiam telefonar através da internet, mas foi com meusparentes.com.br que encontraram o seu canal preferido de comunicação. “Lá é tudo para a família: a gente manda mensagens, coloca fotos, recebe lembretes de quando os familiares fazem aniversário, temos a nossa árvore genealógica e até um blog familiar!”, enumera Felizardo Porto, 68 anos, aposentado.

A grande vantagem é a privacidade das informações: há a certeza que só membros da família terão acesso às informações. Além disso, diferentemente de um site de relacionamentos comum, a família tem um alvo a ser alcançado através da cooperação mútua: aumentar o tamanho de sua árvore genealógica. Amanda Porto concorda: “Para ser sincera não tenho muita paciência para computadores, mas como temos o objetivo de recordar e acompanhar a história da família, a coisa muda de figura. Adoro falar sobre meus antepassados e recordar suas histórias e também acho o máximo poder acompanhar o desenvolvimento dos meus netinhos”.

Nos dias de hoje realmente não vale a pena remar contra a maré. A globalização veio para ficar. Em tempo: a sobrinha de Valéria, Ana Lúcia, nasceu na última segunda-feira e seu perfil já está devidamente atualizado no site de meusparentes.com.br, com fotos, certidão de nascimento e tudo.

Obrigada Valéria por compartilhar conosco a sua história! E a todos aqueles que, como ela, também têm uma história para contar, nós adorariamos publicar a sua história também. Entre em contato!

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