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A regra fundamental da pesquisa de antepassados é a anotação! Anote tudo: nomes, dados, locais, datas e as fontes onde você pesquisou. O Começo Comece com você próprio! Consulte o seu próprio registro de nascimento. No seu apontamento, já constam os nomes de seus pais, dos avós maternos (pais da sua mãe) e dos avós paternos (pais do seu pai). Se você consultar a certidão de seus pais, o que não é difícil, terá pelo menos os nomes de mais uma geração. Depois, pergunte a eles os nomes completos deles, incluindo quaisquer nomes que eles têm ou possam ter tido no passado, e que não apareçam agora na sua certidão de nascimento.
Especialmente as mulheres costumam mudar de apelido depois de casarem-se ou os imigrantes que têm muitas grafias diferentes nos nomes. Também as razões políticas fizeram com que apelidos usados antes fossem abandonados. Isso aconteceu entre os judeus, árabes, italianos e alemães. E mesmo entre as famílias de apelido português, isso aconteceu com membros perseguidos por governos ditatoriais. Pergunte a eles os locais e datas de nascimento e de casamento. Pergunte os cartórios onde foram registrados e casados e, se houve cerimónia religiosa, as Igrejas (e cidades) onde foram baptizados e se casaram. Fontes genealógicas- Registros paroquiais
- Sermões
- Registros de habitantes
- para o registro de todos os membros de uma comunidade
- Registros cíveis
- registros de casamentos, falecidos
- Fontes judiciais, fiscais e econômicas
- processos de herança, registro de impostos, etc
- Listas de cidadania
- Registros de matrículas universitárias, registros de estudantes e professores,
- Registros de dissertações, registros militares
- Listas de endereços
- Livros de hóspedes
- registro de pessoas com emblemas, aforismos
- Matrículas de nobreza
- Registros paroquiais militares
- Testimonais pessoais
- diários, cartas, autobiografias, memórias – bibliotecas e arquivos normalmente têm coleções de manuscritos e autógrafos
- Heranças e arquivos familiares
- Fontes monumentais e reais
- obras de arte, monumentos, bijuteria, armas, lápides, memoriais, provas genealógicas em tapetes e túmulos
- Obras impressas
- almanaques de nobreza, glossários biográficos, histórias familiares
Uma última dicaA pesquisa genealógica não tem fim. Você pode impor-se um limite: “Vou até os trisavós ou até os vigésimos avós…”. Tudo depende da sua disposição, temperamento, necessidade, vontade e gosto. A pesquisa genealógica pode ser um trabalho de meses, de anos e até de uma vida inteira. Nunca, porém, será uma actividade imediatista. Recolha da família, principalmente dos membros mais velhos, o maior número possível de informações, desde o nome de todos os parentes que se lembrem, as datas e locais dos respectivos nascimentos, batizados, casamentos, profissões, actividades sociais, nomes dos cônjuges dos filhos, cargos públicos e bens patrimoniais.
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